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10 dicas para sair do endividamento


Quem desconhece a sensação de estar devendo? Aquele desespero a cada ligação de um 011? O sono não é o mesmo, a vida não é a mesma, certo?


Muitos falam que o fato de estar devendo é culpa sua, mas isso não é sempre verdade. Imprevistos acontecem com todos nós! Se enrolar é normal. Basta conhecimento e vontade para sair dessa situação.


Então, aqui vão algumas dicas para sair dessa com mais facilidade.


1) Jamais use o cheque especial ou o pagamento parcial do cartão de crédito. Peça empréstimos no banco, que saem mais baratos;


2) Passe a controlar os saldos de seu cartão de crédito com mais frequência, pelo menos a cada 10 dia para que deixe de gastar além do esperado;


3) Tenha uma ideia do tamanho de seu problema: a primeira coisa a fazer é anotar TODOS os gastos do mês, inclusive os gastos pequenos, para descobrir onde cortar;


4) Elabore um plano radical de enxugamento de gastos na maior intensidade possível, para que a dívida seja amortizada de uma vez. Não adianta ir pagando aos pouquinhos, pois os juros voltam a aumentar rapidamente a conta que você já pagou;


5) Quanto mais intenso for o corte de gastos e menor o tempo necessário para isso, menores serão os desgastes no relacionamento familiar;


6) Acabe de vez com a tentação das compras a prazo;


7) Use todos os tipos de poupança que você tem. Não adianta estar com investimentos e perder mais com os juros da dívida. Isso vale para bens como terrenos e imóveis à espera de valorização;


8) Fuja de atividades de lazer nas quais você tem gastos. Aprenda a valorizar as coisas preciosas da vida que não custam nada, como um passeio ao ar livre ou uma reunião com amigos ou com a família;


9) Enquanto não conseguir quitar toda a dívida, substitua-a por outras mais baratas, como antecipação de restituição de Imposto de Renda ou venda do automóvel e compra de outro parcelado. Use todo o dinheiro da venda para reduzir a dívida.


10) Divida seu plano de ajuste com a família. É importante que todos estejam engajados, para que haja maior co-motivação.


Ficou com alguma dúvida? Deixa aqui nos comentários que vou te ajudar!


Paloma de Lavor Lopes é economista pelo IBMEC-RJ, mestre em Economia pela UERJ e professora universitária.

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Volta Redonda, RJ, Brasil

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