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Mude 1 hábito

Hoje escrevi esse post na mesa (do café, literalmente), mas não perdi a essência de nossa conversa inicial: as tendências do mercado de trabalho. Como prometido, ia retomar o texto inicial para desenrolar o novelo de lã e termos assunto "para mais de metro", como dizem os antigos.


Uma de minhas constantes conversas com meus alunos é o uso das ferramentas colaborativas como agendas, documentos, editores de texto, planilhas eletrônicas, apresentações, surveys. E tudo isso nas nuvens! E pergunto a eles: quantas vezes, efetivamente, eles fizeram uso dessas ferramentas?


Apregoamos tanto sobre metodologias ativas de ensino em seus mais variados formatos e formas e esquecemos de fomentar o uso dessas ferramentas. Se bem usadas, desenvolvem trabalhos com os alunos em base remota, facilitando a logística de todos, inclusive dos alunos e, por isso, costumo fomentar tal uso.


Mas observe uma coisa: a academia imita a vida ou a vida imita a academia? Muitas vezes esse entendimento se mistura e, ora a academia se adapta ao mercado, ora o mercado se adapta à academia. Muitas atividades e erros podem ser minimizados com a ajuda da tecnologia, dando adeus às infindáveis versões de documentos corrigidos, (re)corrigidos, que abarrotam nossos e-mails e geralmente alguns se perdem em várias versões.


Existe uma campanha/desafio que sempre vejo pelas redes sociais intitulada "Mude 1 hábito", que tenta promover mudanças de hábitos para atividades físicas, por exemplo. Por que então não tentamos mudar um hábito em nosso ambiente de trabalho e estudos, gerando mais sinergias e envolvimentos em espaços de trabalho mais dinâmicos e colaborativos? A questão fica para refletir e, quem sabe?, colocar em prática de uma vez por todas.


Marcus Barbosa é administrador, professor universitário e entusiasta pela educação.


Imagem: Gaúcha ZH

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Volta Redonda, RJ, Brasil

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